domingo, 24 de outubro de 2010
Porcaria a mesa ou porcalhada
A nossa volta é um mistério que muitos não compreendem porque poucos conseguem observar o que acontece ao redor desta máquina humana complicada mas simplificada pelos que a entendem. Tenho hábito de observar coisas, pessoas, situações, emoções, dizeres, etc., acabando por encontrar coisas perdidas, coisas escondidas, coisas ignoradas e muitas vezes coisas que são por e simplesmente coisas. Hoje encontrei um porco, mas há muitos dias tinha-o encontrado mas não o reconheci como tal, apenas uma figura em forma suína, uma mancha escura fedorenta emitindo um "Oinc, oinc, oinc... e Quiiiimmm, Quiiiimmm, Quiiiimmm..", e hoje disse para comigo: este é um Tchúck, mas que bicho interessante... Não o reconheci a primeira como tal, porque estava imundo, sujo tê tcherê máf, no meio de lixo, lama, restos dos restos putrefactos que lançam as ribeiras e na barba cara d´cada un, tão imundo que tive que tapar o nariz, de retirar a cara porque não queria ver esta coisa que ia me por a vomitar. Mas hoje, com a abençoada tchuva vi este animal, todo pachorrento, limpo, e consegui reconhece-lo, mas mesmo assim fico furioso por saber que este desgraçado andou no meio daquela podridão toda a comer os restos daquela porcaria que deitam nas vala na nossa barba cara, levando-nos ao impulso já natural de torcer o nariz, tapar a boca para depois ir terminar direitinho na mesa para servir como prato do dia em muitos restaurante e bares tidos como lugares chiques. Merda...Merda... ainda bem que não sabemos a origem daquilo que ingerimos nos restaurantes e bares chiques, casro contrário...
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